quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Here I Stand
A Heartbroken Man
I Was A Bad Seed In Your Future Plan
When It Rains It Pours
That's When You Hide And Close The Door
I'll Never Be The One You Wanted
I Sent You A Letter
I Thought It'd Be Better Than Calling You
I'm Missing You
I'm The Man You Never Knew
Always Blue.over You
And I Can't Help It
I Can Not Fake It
For I Still Love You
I Don't Know You.anymore
Behind The Shell Lies Something Wounded
Have You Found Your Superman
And Does He Fit Your Master Plan
I Feel It Hard To Search For Something New
I Sent You A Letter
I Thought It Be Better Than Calling You
I'm Missing You
I'm The Man You Never Knew
Always Blue.over You
And I Can't Help It
I Can Not Fake It
For I Still Love You
I Can See The Starts Above
They Watch Us Live
They Shine Upon Our Fragile Lives.and Cry
Can I Ask You Why We Turn Our Heads The Other Way
And Look For Something We Will Never Find
Imaginary Day.when Pain Is Washed Away
Waiting For Freedom
Give Us Reason To Live
Missing You
A Hotel Where Nobody Stays
A Piano That Nobody Plays
Is What My Heart Feels Like
Empty Room Cold Dark Stairway
You Left Me Broken Hearted
All Alone On The Road To Somewhere
I'm Missing You
I'm The Man You Never Knew
Always Blue.over You
And I Can't Help It
I Can Not Fake It
For I Still Love You
- Missing You - ARK
A Heartbroken Man
I Was A Bad Seed In Your Future Plan
When It Rains It Pours
That's When You Hide And Close The Door
I'll Never Be The One You Wanted
I Sent You A Letter
I Thought It'd Be Better Than Calling You
I'm Missing You
I'm The Man You Never Knew
Always Blue.over You
And I Can't Help It
I Can Not Fake It
For I Still Love You
I Don't Know You.anymore
Behind The Shell Lies Something Wounded
Have You Found Your Superman
And Does He Fit Your Master Plan
I Feel It Hard To Search For Something New
I Sent You A Letter
I Thought It Be Better Than Calling You
I'm Missing You
I'm The Man You Never Knew
Always Blue.over You
And I Can't Help It
I Can Not Fake It
For I Still Love You
I Can See The Starts Above
They Watch Us Live
They Shine Upon Our Fragile Lives.and Cry
Can I Ask You Why We Turn Our Heads The Other Way
And Look For Something We Will Never Find
Imaginary Day.when Pain Is Washed Away
Waiting For Freedom
Give Us Reason To Live
Missing You
A Hotel Where Nobody Stays
A Piano That Nobody Plays
Is What My Heart Feels Like
Empty Room Cold Dark Stairway
You Left Me Broken Hearted
All Alone On The Road To Somewhere
I'm Missing You
I'm The Man You Never Knew
Always Blue.over You
And I Can't Help It
I Can Not Fake It
For I Still Love You
- Missing You - ARK
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Libertação
Por alguns momentos, posso fazer o que me apetece. A falta de obrigações é algo que me anima. Não necessariamente a falta de uma rotina, desde que seja uma sem restrições. Vou divertir-me, vou estender-me, vou estar aqui. Finalmente, vou estar aqui.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Superior + Férias
Ai, o ensino superior... Às vezes pergunto-me o que está a palavra superior ali a fazer...
(Já agora, alguém mais me quer estragar férias??? Inscrições abertas!!!)
(Já agora, alguém mais me quer estragar férias??? Inscrições abertas!!!)
sexta-feira, 11 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Entraste por aquela porta. O átrio gelado fez-te feio. As paredes brancas reflectiam em ti aquela luz medíocre que te pronunciou as olheiras e distorceu o tom da tua pele. Na sala sentaste-te como se já conhecesses aquela casa tão bem, há tanto tempo. Acendeste um cigarro e falaste. A minha cabeça não te ouviu. Sei que disseste alguma coisa interessante, mas não me preocupei, mais cedo ou mais tarde repetirias a tua estória. Na mesa de vidro arrumei um lugar para mim, no meio dos livros, e servi-me do jantar. Comi em silêncio enquanto acendias cigarros sucessivos e contavas mais estórias. Olhava pouco para ti, acenava de quando a quando e deixava-te falar, falar, falar...
Passou uma, duas horas e eu permanecia quieta. Levantei-me, dei-te um beijo e levei-te para o quarto pela mão. Depois de termos estado juntos em silêncio, fumaste mais um cigarro. Era o último. Quando o esmagaste contra o cinzeiro foi a tua vez de ficar calado, não houve mais estórias, mais palavras, não tiveste mais nada para me dizer. Arranjaste-te e saíste por aquela porta. Não quis is ver se tinhas ficado feio outra vez e se a luz medíocre te tinha pronunciado de novo as olheiras.
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Relembrar a ficção
Diferente de quando a conheci, a cidade apareceu-me novamente, solarenga, iluminada, menos colorida. As ruas estreitas abriam-se em igrejas, as obras dos mestres desvendavam-se no mármore resplandecente e polícromo. Sentados nas escadas daquele átrio, sorrindo, palrando, lembrando as histórias daquela vez, daquele dia também ali, já foi há algum tempo mas ainda ali estávamos, uma imagem de nós deixou-se ficar para trás quando nos levantámos e fomos embora.
A textura da calçada nos sapatos, que batem aquelas pedras velhas, muito velhas. O sol está demasiado quente, vamos ficar à sombra, vamos caminhar pela sombra. As paredes estão sujas, não te encostes, sujas e riscadas. Ouviam-se as pessoas a falar nas outras ruas, ouviam-se os pés, mas naquela rua não estava ninguém, só nós que a percorríamos para encontrar as outras, para nos juntarmos à multidão que ecoava nos vidros das janelas das casas que se erguiam ao nosso lado.
Todas as caras eram outras que não conheçia, todas as bocas se abriam numa língua que não conheçia, os pés continuavam a descobrir para onde queríamos ir, os braços suados tocavam-se entre a multidão, tornava-se impossível os braços não se tocarem, está tanta gente aqui. Não te consigo ouvir, só a outra língua e os sapatos a bater nas pedras, arre! ninguém tem cuidado nem se desvia, o sol estava tão brilhante e via mal para a frente, via mal quem se aproximava, onde estás?, agarrei-te a mão.
Fugimos ali à direita, e estávamos de novo na rua sem ninguém, não percebo porque não há ninguém aqui. Encostamo-nos à parede, já não importava que estivesse suja e deixamo-nos cair no chão para saborear a multidão através dos reflexos dos vidros das janelas das casas que se erguiam ao nosso lado.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Mudanças de planos
Mudança de planos é uma expressão que raras vezes consta do meu dicionário.
É das expressões que mais temo e não sei reagir às alturas em que se aplica. Não quero que me mudem os planos, que me troquem as voltas... Estava tudo tão bem como estava...
É das expressões que mais temo e não sei reagir às alturas em que se aplica. Não quero que me mudem os planos, que me troquem as voltas... Estava tudo tão bem como estava...
domingo, 29 de junho de 2008
Coisas que não vão embora
De quando a quando há momentos na vida que se nos afiguram assustadores. É possível afastá-los, ignorá-los, não permitir que se apoderem da nossa mente de forma constante e permanente. Mas não arredam pé, ficam ali à espera que uma simples escorregadela do nosso pensamento nos leve até eles de novo.
E depois a aflição. É também possível controlá-la, com uma qualquer racionalidade que nos ensinaram em criança, mas vai permanecer o burburinho inquietante. Que fazer perante esta inevitabilidade?
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